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As cinco novidades do último interrogatório a José Sócrates

Sócrates continua a negar todas as suspeitas e mantém estar a ser vítima de uma perseguição “mesquinha” do Ministério Público

nuno botelho

Durante cinco horas e meia os investigadores da Operação Marquês confrontaram o ex-primeiro-ministro com tudo o que conseguiram juntar em mais de três anos de investigação. Novidades: provas encontradas num cofre na Suíça, uma espécie de testamento em nome de um primo de Sócrates e mais entregas em dinheiro vivo. O resumo do interrogatório é publicado esta quinta-feira na revista “Sábado”

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Editor de Sociedade

1. Mais crimes. José Sócrates estava indiciado por três crimes desde maio de 2015, quando tinha sido interrogado pela segunda vez pela equipa de investigadores da Operação Marquês. Agora, foi confrontado com mais três crimes relacionados com o alegado recebimento de subornos pagos pelo grupo BES por causa da OPA falhada à PT pelo grupo Sonae. Assim, é quase certo que será acusado por seis crimes: corrupção, fraude fiscal qualificada, branqueamento, tráfico de influências, falsificação e recebimento indevido de vantagem.

2. MP ainda acredita que Sócrates foi corrompido no caso Feeeport. Apesar de o caso ter terminado sem qualquer acusação contra José Sócrates e de todos os acusados terem sido absolvidos, o MP voltou à carga com o caso Feeeport: no documento com as indiciações contra o ex-primeiro-ministro revelado pela Sábado, o MP diz que quando o caso Freeport rebentou, Sócrates combinou estratégias de dissimulação com os alegados corruptores: Armando Vara, Joaquim Barroca, Helder Bataglia e Ricardo Salgado.

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