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É uma fábrica assassina. Duplamente

Rui Duarte Silva

Depois das explosões descontroladas de terça-feira, esta quarta-feira foi dia de explosões programadas na fábrica de pirotecnia Egas Sequeira, no lugar de Guediche, Penajóia, Lamego. Calma e minúcia são as palavras de ordem para as equipas técnicas a trabalhar no terreno, onde já foram encontrados seis corpos mas há ainda dois desaparecidos

São 14h40: ouve-se um assobiar estridente e aparece um cogumelo gigante de fumo no local onde funcionava a fábrica de pirotecnica Egas Sequeira. Foi a primeira explosão programada para a equipa de buscas evoluir no terreno, como explicou o coronel Guerra Rodrigues, do Comando Distrital da GNR de Viseu.

Uma hora depois o mesmo comandante veio admitir mais duas ou três situações idênticas durante o dia de hoje, para permitir avançar no terreno com segurança, tendo como principal preocupação encontrar os corpos dos dois desaparecidos. “Tudo tem de ser feito com muita calma, a fábrica tinha muitos paióis, muito material pirotécnico, e à medida que vamos encontrando esse material temos de fazer estas operações”, acrescentou o coronel, admitindo que as operações e as explosões poderão continuar.

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