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Calma: o megaprocesso ainda não acabou

Nuno Fox

Após oito anos de investigações, o Ministério Público arquivou um processo que envolve Dias Loureiro e Oliveira e Costa por não ter conseguido reunir “prova suficiente”. Mas este era apenas um processo lateral na complexa teia jurídica que envolve o grupo BPN: a leitura da sentença do megaprocesso crime está agendada para este mês

O Ministério Público abriu um processo crime em 2009 e constituiu arguidos Manuel Dias Loureiro, ex-ministro de Cavaco Silva, José Oliveira Costa, fundador do grupo BPN, e o libanês Abdul El-Assir. Oito anos depois, soube-se esta terça-feira, arquivou este processo que envolve dois negócios que prejudicaram o grupo BPN. Em causa estava a suspeita de um negócio que envolveu a compra por parte do BPN de 25% de uma empresa porto-riquenha de tecnologia, a Biometrics, envolvendo indícios de burla qualificada, branqueamento de capitais e fraude fiscal qualificada.

Os arguidos eram suspeitos de burlar o BPN com este negócio. No despacho de arquivamento pode ler-se que “não obstante as diligências realizadas, não foi possível reunir prova suficiente”. A investigação recaiu sobre dois negócios entre o grupo BPN, a venda da sociedade REDAL, de Marrocos, com a aquisição de uma participação no capital da Biometrics, uma empresa fantasma que acabou por ser vendida pelo grupo BPN por 1 dólar.

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