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“Capital” do Daesh em risco de ser arrasada por inundação e Mossul sob pressão

Fruto da luta recente e de meia dúzia de anos sem manutenção, o paredão da barragem de Tabqa parece estar instável

Foto DELIL SOULEIMAN / AFP / Getty Images

Aumenta a intervenção norte-americana na Síria, em apoio dos curdos que cercam Raqqa, “capital” do autodenominado Estado Islâmico, enquanto o Presidente turco, Recip Erdogan, manda retirar as suas tropas. Na cidade iraquiana de Mossul, a luta para eliminar o Daesh é lenta e causa muitas baixas civis

Uma das poucas certezas que se pode ter quando se fala da complexa guerra civil síria é que o Daesh está em refluxo. Embora mantenha maior ou menor presença numa vasta zona do norte e leste do país, perdeu as ligações à fronteira turca, voltou a ser expulso da cidade histórica de Palmira (conquistada a 10 de Dezembro e retomada pelas forças governamentais a 2 de março) e não conseguiu aniquilar a guarnição pró-Assad da cidade de Deir es Zoor, perto da fronteira iraquiana.

Pior ainda para as pretensões do grupo, a “capital do califado”, Raqqa, está sob pressão cada vez maior das Forças Democráticas Sírias/FDS (curdos mas também sunitas, cristãos, laicos, etc) com apoio aéreo e terrestre franco-americano.

A 22 de março, após uma operação aerotransportada sem precedentes neste teatro de operações, durante a qual helicópteros dos EUA transportaram combatentes das FDS para a retaguarda do Daesh junto à albufeira de Tabqa, gerou-se um novo problema.

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