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Facebook com nova funcionalidade: partilhar, para mais tarde não recordar

ilustração mário henriques

Começou pelo Snapchat e agora vai chegar ao Facebook, que promete aos utilizadores a possibilidade de publicar fotografias e vídeos que se apagam ao fim de um dia. Há quem fale de uma cópia descarada, outros preferem uma competição saudável – mas resta uma dúvida: será o Snapchat capaz de sobreviver a esta “seleção natural”?

Quase parece um déjà vu: no Messenger a aplicação onde se escrevem mensagens para os amigos do Facebook, lá está o botão das fotografias instantâneas, convidando a partilhar com os amigos o “seu dia” – um dia enfeitado com filtros, bonecos e frases engraçadas, num registo que desaparecerá passado vinte e quatro horas. No Instagram, a mesma coisa: o topo da aplicação é ocupado pelas “stories” do dia das pessoas que segue, sejam amigos íntimos ou celebridades com milhões de seguidores. O mesmo acontece no Whatsapp, onde a moda de contar o nosso dia via fotografias efémeras já chegou, e no Snapchat, onde ela originalmente apareceu.

Todas estas aplicações têm uma coisa em comum, excetuando o Snapchat: elas fazem parte da família Facebook, um estatuto que o Snapchat recusou em 2013, quando rejeitou uma oferta de Mark Zuckerberg para ser adquirido por 3 mil milhões de dólares. Desde então, as “histórias” que tornaram a aplicação um sucesso têm sido espalhadas por todas as aplicações associadas ao Facebook – e nesta terça-feira soube-se que a tendência é para continuar, com o anúncio de que estas fotografias instantâneas vão passar a estar disponíveis também na própria aplicação do Facebook.

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