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Ruy Garcia, Universidade do Rio: “Este é um momento muito triste para a educação brasileira”

Os elevadores da UERJ deixaram de funcionar e não há recolha de lixo nem segurança no campus, em frente ao estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro Foto Reuters/Ricardo Moraes

Foto Reuters/Ricardo Moraes

Mais de 40 mil alunos estão à espera de aulas e do fim das licenciaturas numa das maiores universidades brasileiras, que está sem Internet, sem limpeza, sem elevadores, sem segurança. O reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro explica em entrevista como foi possível afundar a instituição em tão pouco tempo

Todas as semanas, uma assembleia de diretores reúne-se para tentar encontrar uma forma de reabrir as portas das salas de aula da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), a quinta maior do Brasil e a 11ª da América Latina, que enfrenta o pior momento da sua história, de 86 anos, apanhada pela falência das finanças cariocas.

Depois de uma greve que durou seis meses, em 2016, agora é a absoluta falta de condições para funcionar que impede os 28 mil alunos de licenciatura de regressarem às aulas. O segundo semestre do ano passado ainda não arrancou, há finalistas com cursos por terminar, estudantes e professores que trocam de instituição e quem, pura e simplesmente, desista. As principais instalações, nos vários edifícios de 12 andares cada um, são vizinhas de outro símbolo abandonado, o mítico estádio do Maracanã.

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