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40 personalidades europeias redigem manifesto para fazer a Europa “acordar”

Em 1985 foi a vez de Portugal assinar (nos Jerónimos) a entrada para o clube europeu, que na altura tinha dez membros. No ano seguinte, aderiram Portugal e Espanha

Foto Rui Ochoa

Na altura em que a União Europeia celebra os 60 anos da sua fundação, mais de quatro dezenas de personalidades europeias redigiram um manifesto em que expõem a sua preocupação face ao estado atual da Europa e da construção europeia e fazem uma série de propostas para lutar contra o definhamento da União

Amanhã, sábado, passam precisamente 60 anos do momento fundador do que é hoje a União Europeia. O espaço europeu começou com seis estados membros e depois de sucessivos alargamentos conta atualmente com 28 países. Mas o projeto europeu vive uma crise sem precedentes, com a aprovação da saída do Reino Unido e a crise económica e financeira.

Dizer basta é o objetivo do documento intitulado “O Despertar”, redigido por iniciativa do antigo vice-presidente da Comissão Europeia Étienne Davignon, e que chama a atenção para alguns dos principais problemas que a União está a enfrentar. “O debate europeu está confuso, caracteriza-se pela dúvida, pelo medo e pelo desencanto”, lê-se logo no início do manifesto, onde se acrescenta logo a seguir: “nós, nós rebelamo-nos”.

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