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Ivanka Trump, uma filha poderosa (e uma feminista em part-time?)

Ivanka (a 2ª a contar da dir.) esteve presente quando o pai assinou duas leis que permitirão aumentar o número de mulheres em áreas científicas

Foto Zach Gibson/Getty Images

A imagem de defensora dos direitos das mulheres tem funcionado como uma arma para Ivanka Trump e um escudo protetor para o pai. Mas há quem duvide dos méritos feministas da “primeira filha”, porque “tudo o que ela tem é um privilégio que não conquistou”

Não é, certamente, um anúncio de emprego que se veja em qualquer parte: este atípico exemplo inclui funções vagas, como ser “os olhos e os ouvidos” de alguém e oferecer conselhos ao chefe; não receber salário (a parte de oferecer conselhos é literal, comprova-se neste ponto); cumprir regras éticas, mas de forma voluntária; e, a parte mais importante, fazer tudo isto a partir de um gabinete no segundo piso da ala oeste da Casa Branca, com uma autorização de segurança e dispositivos de comunicações do Governo.

Falamos do novo emprego de Ivanka Trump, que confirmou esta semana os planos de assumir um novo papel na administração do pai, ainda que sem adotar um cargo oficial ou ficar sujeita às mesmas regras que os outros funcionários, visto que não é formalmente considerada uma funcionária. O gabinete na Casa Branca pode parecer mais uma conquista de uma mulher que se tem apresentado ao mundo como uma empresária de sucesso, que consegue equilibrar a vida laboral e a vida familiar e reclama para si o papel de defensora das outras mulheres; mas há quem discorde do feminismo de Ivanka, argumentando que este só serve a filha de Trump e outras mulheres — brancas, ricas, poderosas — como ela.

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