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Foto de arquivo dos dirigentes socialistas europeus

Foto Gerard Julien/AFP/Getty Images

Socialistas europeus extremam posição relativamente ao “caso Dijsselbloem” e lançam ultimato ao presidente do Eurogrupo: “demita-se!”

Luísa Meireles

Luísa Meireles

Redatora Principal

A decisão saiu da reunião do Bureau do grupo parlamentar dos Socialistas e Democratas (S&D) realizada ao fim da manhã desta quarta-feira: o ministro holandês das Finanças, Jeroen Dijsselbloem, ou se demite do cargo de presidente do Eurogrupo ou o seu partido, o Partido Trabalhista (PvdA) se demarca publicamente dele. Caso contrário, este partido pode mesmo vir a ser afastado da família socialista europeia.

Ao que apurou o Expresso junto de fonte do grupo, o S&D pôs mesmo em cima da mesa a exigência do PvdA chamar o seu militante à pedra, demarcando-se publicamente das declarações de Dijsselbloem, que considerou que “não se pode gastar todo o dinheiro em copos e mulheres e pedir depois ajuda“, numa alusão aos países do euro que pediram o resgate.

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