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Uma em cada seis pessoas no mundo continua sem acesso a água potável

Há locais no mundo como este em Tuvalu, no Pacífico, onde a água que se bebe é a que cai da chuva e as necessidades fisiológicas fazem-se no mar

catarina de albuquerque

Apesar de consagrado como um direito humano desde 2010, o acesso a água potável continua a não estar ao alcance de 12% da população do Planeta. A jurista portuguesa Catarina de Albuquerque, que foi relatora especial da ONU para o problema da água, conta na primeira pessoa algumas das histórias a que assistiu nas suas viagens pelo mundo

CARLA TOMÁS (texto) CATARINA DE ALBUQUERQUE (fotos)

Esta quarta-feira é dia Mundial da Água. O acesso a este recurso essencial à vida devia ser universal, como determinou a Organização das Nações Unidas em 2010. Contudo, estima-se que 1.800 milhões de pessoas no mundo continuem a consumir água contaminada e 2.500 milhões não têm acesso a infraestruturas básicas de escoamento e tratamento de esgotos. São 32% da população em África, 12,5% na Ásia, 8% na América latina. Cerca de cinco mil crianças morrem diariamente devido ao consumo de água contaminada e à falta de higiene.

Catarina de Albuquerque, jurista portuguesa que há mais de duas décadas se dedica à defesa dos direitos humanos, foi a relatora especial da ONU para a consagração do direito à água e ao saneamento básico. Recolheu muitas histórias e imagens nas múltiplas viagens que fez pelo mundo. Cerca de duas dezenas dessas fotografias estão, a partir desta terça-feira, expostas na sede do Ministério do Ambiente, na Rua do Século, em Lisboa.

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