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Paulo Macedo revê fecho de balcões da Caixa

Luís barra

Caixa não vai deixar nenhum concelho sem uma agência e vai manter sempre alguma presença nas zonas não urbanas, nem que seja por multibanco. Locais que perderão balcões serão conhecidos em breve

O plano de encerramento de balcões que António Domingues deixou acordado com Bruxelas está a ser reavaliado por Paulo Macedo. Em causa estão cerca de 180 balcões que serão fechados até 2020. O número está dentro daquele que António Domingues já tinha revelado no Parlamento no dia 4 de janeiro (entre 150 e 200 agências), mas o critério de escolha dos espaços a fechar será diferente.

O Expresso sabe que o encerramento de agências obedecerá a critérios que não são só financeiros. Para dar luz verde ao plano de recapitalização, ou seja, para que a injeção de capital público não seja considerada uma ajuda de Estado, Bruxelas obriga a que a Caixa prove que consegue atuar como qualquer concorrente privado. Isso obriga a uma reafetação de recursos de acordo com a evolução das tendências de um mercado onde são cada vez menos os clientes que usam as agências e onde é cada vez maior o uso do telemóvel, do computador ou do telefone. Este é o argumento usado para justificar a redução da presença do banco público em muitas áreas.

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