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Depeche Mode: “A música é a coisa que derruba todas as barreiras e junta as pessoas estranhas”

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Este não é um disco político, explicam os Depeche Mode. “É sobre humanidade”. Provavelmente, acrescentamos nós, é sobre as duas coisas – é que os veteranos da eletro-pop, desiludidos com o estado do mundo, voltaram para perguntar pela revolução que não chega e avisar: “Estamos a cavar a nossa sepultura”

Richard Spencer já era um nome conhecido entre os supremacistas brancos norte americanos. Líder de um think tank branco e nacionalista, o National Policy Institute, passou a ser também conhecido – e gozado – pelo público geral quando surgiu uma imagem sua a levar um murro, em plena rua, de um transeunte, enquanto era entrevistado sobre as suas perspetivas políticas, uma imagem que rapidamente se tornou viral. E no início deste ano ficou ainda mais um pouco conhecido, desta vez pelos fãs dos Depeche Mode, quando declarou que foi fã da banda britânica “a vida toda”.

Mas Spencer foi mais longe: rotulando os Depeche Mode como “a banda oficial da extrema-direita” – uma etiqueta que justificou pela “ambiguidade” nos versos de algumas canções, que sugeriam, para si, um “elemento fascista” – acabou por atrair a atenção dos próprios Depeche Mode, que não deixaram margem para dúvidas sobre as hipotéticas inclinações para a extrema-direita que sentem: “[Spencer] É um idiota”, respondeu Dave Gahan, em entrevista à “Billboard”.

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