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Operação Marquês. Não há meios termos nem falinhas mansas: advogados e procuradores completamente divididos

ilustração João carlos santos

Novo prolongamento do prazo dado pela PGR à equipa do DCIAP que investiga os negócios de Sócrates divide especialistas: há quem fale num “monstro” com milhões de ficheiros mas também quem defenda que para se acabarem de vez com as suspeitas sobre o ex-primeiro ministro tem de existir uma “investigação cabal” que vá até ao fim, mesmo que isso implique mais tempo

Hugo Franco

Hugo Franco

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Jornalista

João Carlos Santos

João Carlos Santos

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Fotojornalista

Luís Barra

Luís Barra

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Fotojornalista

Arrisca a “Operação Marquês” a tornar-se mais um megaprocesso com milhões de papeis e ficheiros informáticos e sem resultados práticos? Não há meios termos nem falinhas mansas nas respostas. Advogados e procuradores ouvidos pelo Expresso esgrimem argumentos, pró e contra, sobre o quinto adiamento dado ao Ministério Público para terminar a acusação do mais mediático processo da Justiça portuguesa.

As palavras de Elina Fraga, a ex-bastonária da Ordem dos Advogados, são demolidoras: “O Ministério Público está a gerar um monstro. Neste momento há 91 volumes, 452 apensos e 13,5 milhões de ficheiros informáticos. Há muitas investigações no mesmo processo. Isto não facilita nem a a investigação nem a defesa”, argumenta.

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