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Não é bom que nos quartos-de-final ganhe logo a extrema-direita. Por Piet-Hein Bakker

d.r.

O holandês Piet-Hein Bakker, que vive em Portugal há mais de 20 anos, justifica porque nunca votaria no partido de Geert Wilders

Depoimento recolhido por Marta Gonçalves

Não vou votar porque tive uns problemas com os papéis, mas se o fizesse não votava em Geert Wilders. Não estou de todo de acordo com o programa do Partido para a Liberdade (PVV). Não concordo com esta política contra o Islão, de proibir o Corão, mandar os marroquinos com dupla nacionalidade saírem da Holanda, fechar centros de recolhimento de refugiados… Sou totalmente contra.

Há muitas outras ideias com as quais não me identifico. Por exemplo, quer acabar por completo com a ajuda aos países em desenvolvimento, quer acabar totalmente com o apoio à cultura, ao serviço público de televisão e à inovação tecnológica. Wilders tem um ponto de vista errático nas questões relacionadas com o clima (como o país é completamente plano, há uma forte possibilidade de aumentar os parques eólicos e Geert Wilders não apoia isto). Depois, ainda quer a saída da União Europeia. Não vejo um único ponto neste programa que me atraia.

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