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“Uma espécie de Dom Quixote” que compara o Corão ao “Mein Kampf”

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Bem colocado nas sondagens para as eleições holandesas desta quarta-feira, Geert Wilders é descrito como um populista que comunica via Twitter e usa “palavras simples que o eleitor é capaz de compreender”. Se o perfil soa familiar, não é por acaso: Wilders é um assumido apoiante de Trump. “Vamos tornar a Holanda nossa outra vez”

Uma incursão rápida pela conta de Twitter de Geert Wilders, o político holandês cujo partido aparece bem colocado nas sondagens para as legislativas desta quarta-feira, esclarece-nos imediatamente ao que vimos. A imagem de capa, sem deixar margem a dúvidas, anuncia uma intenção clara: “Stop Islam”. É naquela rede social que faz a maioria das suas declarações – quase sempre anti-islâmicas -, relegando a imprensa para segundo lugar no que toca à comunicação com o eleitorado.

As críticas ao muçulmanos, a preferência pelo Twitter e até as comparações a Mozart, alcunha que mereceu devido ao extravagante cabelo platinado, podiam dar-nos a impressão de estarmos a ver uma repetição da corrida à Casa Branca no ano passado, com Donald Trump a anunciar o famigerado decreto anti-imigração para vários países muçulmanos e a recorrer mais ao Twitter do que à imprensa, que diz ser composta por algumas das “pessoas mais desonestas” do país.

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