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“Se a sociedade fosse o Twitter, eu já tinha desistido dela”

tiago miranda

Holandês a residir nos EUA, o politólogo Cas Mudde está na posição ideal para perceber como os excessos de correção política ajudaram a gerar a onda populista atual. Esta semana veio a Portugal

Luís M. Faria

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Jornalista

Tiago Miranda

Tiago Miranda

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Fotojornalista

O cientista político holandês Cas Mudde, professor na Universidade da Georgia (EUA), há muito que se ocupa do fenómeno dos extremismos. A sua obra “Populismo – Uma Brevíssima Introdução” acaba de sair na editora Gradiva. Oriundo de um país onde durante décadas a correção política proibia discutir certos assuntos – por exemplo, dificuldades culturais com imigrantes – Mudde viu essa proibição favorecer populistas como Geert Wilders, os quais promovem respostas antiliberais a angústias legitimas, dizendo o que não poucas pessoas gostariam de poder dizer.

Mudde esteve esta semana em Portugal a convite da Fundação Francisco Manuel dos Santos e deu uma conferência na Culturgest subordinada ao tema “O que é o populismo?”. O Expresso aproveitou para falar com Cas Mudde, começando por um aspeto que ganhou renovada atualidade com Donald Trump.

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