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O que se esconde nos locais vedados a “pessoal não autorizado”: dentro de terra, debaixo de Lisboa

Abrem-se alçapões de ferro no chão, entra-se no subsolo, atravessam-se áreas restritas. A EGEAC, empresa municipal que gere os equipamentos e a animação cultural de Lisboa, está a organizar visitas guiadas ao lado de dentro da capital, ao que se esconde nos bastidores vedados a “pessoal não autorizado”. Esta quinta-feira, o Expresso conta-lhe a descida aos mais de seis quilómetros de galeria técnica sob o Parque das Nações, esta sexta-feira teremos mais - o lado B do Aeroporto Humberto Delgado. Mas na “Lisboa por Dentro” há passes de acesso para mais lugares invisíveis. Até 8 de abril

Mesmo quem sabe que o alçapão está lá, não dá por ele. Mesmo quem tem todas as referências de localização — na Alameda dos Oceanos, de frente para o rio, do lado esquerdo da Rua do Mar Vermelho — passa por ele sem parar. Se está junto à Farmácia Vasco da Gama já foi longe demais, se chegou ao sushi bar Okinawa volte para trás.

O Acesso Vertical 07 à Galeria Técnica do Parque das Nações fica no meio dos dois. Tampa nivelada ao chão, metro e vinte por oitenta centímetros, faz concorrência a qualquer camaleão na arte de se ocultar. É preciso que o vigilante Dias rode a chave, que a arquiteta Ana Luísa Veloso se coloque ao lado cheia de capacetes de obra na mão, para ganhar dimensão no empedrado. Está aberto o portal para 6,2 km de túneis no subsolo da Expo.

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