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E se ensinássemos História da Emigração?

antónio pedro ferreira

Chamam-lhe, pejorativamente, “franciús” ou “emigras”, como há um século eram os “brasileiros”, e o país interessa-se sobretudo pelo volume de dinheiro que mandam para Portugal – as célebres remessas. Um deputado socialista acha isto muito pouco e quer pôr os emigrantes no mapa da História que se ensina aos jovens. E, já agora, fazer um Museu Nacional da História da Emigração

Luísa Meireles

Luísa Meireles

Redatora Principal

Há os Estados que já foram colónias - sete ao todo. Há uma língua que é a quinta mais falada no mundo. E há 2 milhões e 300 mil portugueses que nasceram em Portugal e vivem lá fora, isto é, 22% da população total, segundo os números disponíveis do Observatório da Emigração. Isto, já sem falar dos luso-descendentes que são, por ora, um universo incontabile, mas que se pensa serem pelo menos o dobro.

Se tal não bastasse, estes dados já seriam talvez razão bastante para tentar saber mais destes portugueses que vivem em 140 países do mundo, dos 193 contabilizados nas Nações Unidas. Uma odisseia que, como todos sabemos, foi construída ao longo de séculos, com umas páginas escritas mais a ouro, outras a sangue, em todo o caso sempre com muitas lágrimas e suor.

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