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Um mapa para lidar com o desgosto

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Ryan Adams teve de lidar com um coração partido no meio de um circo mediático quando se divorciou da atriz Mandy Moore, em 2015 (“foi um divórcio muito público, o que é uma coisa terrível e humilhante”). Sobre a experiência compôs “Prisioner”, um disco que é sobre a perda e a separação, assinado por alguém que ainda não encontrou a fórmula definitiva para curar os desgostos da alma. E isso faz dele um de nós

Se os fãs de Ryan Adams estavam à espera de que as canções lançadas em 2015 desvendassem pormenores sobre a sua mediática separação da atriz e cantora Mandy Moore, anunciada no mesmo ano, certamente terão ficado desiludidos. Na altura, tudo o que o músico desvendou ao seu público foi um cover, música a música, do álbum de Taylor Swift “1989”, tocado num estilo a puxar ao folk-rock.

Foi uma jogada estranha para quem esperava um previsível disco sobre separação e perda, à imagem do seu estreante “Heartbreaker” (2000), e uma decisão que confundiu quem esperava notícias ou quem, pelo menos, teria dificuldade em associá-lo à antiga cantora country, agora estrela da pop. No entanto, ainda mais surpreendente é o lançamento, dois anos passados, deste “Prisioner” – um disco que é, todo ele, sobre separação e perda, sobre dor e confusão, e em pouquíssimos momentos sobre a luz ao fundo do túnel, que ainda parece estar longe.

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