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PCP e BE apanhados de surpresa com o fim das revisões trimestrais dos combustíveis

Os parceiros parlamentares do PS foram apanhados de surpresa pela notícia que o Governo vai acabar com a revisão trimestral do Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP) e não esconderam o desagrado com o fim da medida

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

Jornalista da secção Política

Esta segunda-feira de manhã, num programa da TSF dedicado ao assunto, Bruno Dias, deputado do PCP, reiterou que o seu partido não vê com bons olhos “medidas que signifiquem penalizações” quer para as populações em geral, quer para as pequenas e médias empresas. Lembrou que o mecanismo (de revisão trimestral do ISP, como forma de compensar eventuais descidas no preço do petróleo), ainda que pontual e insuficiente, era positivo. E que o PCP sempre disse que era necessário cumprir os pressupostos e critérios desse mecanismo de compensação.

Já o deputado do BE, Heitor Sousa, em declarações ao Expresso também se confessa surpreendido pelo fim do mecanismo de compensação. “Se se justificava o ano passado, mais se justificava este ano”, afirma, uma vez que a compensação foi pensada para reduzir o impacto do ISP nos bens e nas empresas. O fim da compensação, sublinha, “defrauda todas as expectativas”.

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