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Correspondência entre Centeno e Domingues não será destruída - foi selada em envelope lacrado

Luís Barra e Tiago Miranda

Coordenadores da Comissão de Inquérito (CPI) à recapitalização da Caixa Geral de Depósitos reúnem-se esta terça-feira para definir como avançam os trabalhos. Correspondência entre Centeno e Domingues - cujo acesso foi chumbado pela esquerda - foi selada por Matos Correia antes de se demitir da presidência da CPI . Paulo Trigo Pereira, presidente em exercício, pede indicação de novo presidente “num prazo razoável”

Guardada num envelope, lacrado e com a assinatura de Matos Correia, o ex-Presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) à recapitalização da Caixa Geral de Depósitos. Foi desta forma que ficou arquivada a correspondência trocada entre o Ministro das Finanças e o ex-Presidente da Caixa Geral de Depósitos António Domingues, que tinha sido enviada para a CPI a pedido de PSD e CDS, mas cujo acesso para os trabalhos da comissão foi chumbado pelos partidos da esquerda - com a alegação de que os mesmos não se enquadravam no objeto da comissão em curso.

A explicação foi dada ao Expresso pelo presidente demissionário da CPI, Matos Correia, revelando que os documentos não foram destruídos, mas sim arquivados, depois de terem sido devolvidas pelos coordenadores de todos os grupos parlamentares presentes nesta comissão as respetivas cópias que tinham sido distribuídas (e que foram entretanto amplamente difundidas pela comunicação social).

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