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Vice-presidente de Angola foi acusado mas não pode ser extraditado

reuters

Pela primeira vez, uma figura do regime angolano foi acusada de corrupção pela justiça em Portugal. Mas e agora? O que pode acontecer a Manuel Vicente, o homem que ainda é o número dois do governo de José Eduardo dos Santos?

Terminou esta quinta-feira a investigação judicial a um dos casos que mais dores de cabeça diplomáticas pode dar às relações entre Portugal e em Angola. Pela primeira vez na história da Justiça portuguesa, um membro do regime político de Luanda foi acusado de corrupção. E esta estreia tem logo como protagonista o número dois do governo do presidente José Eduardo dos Santos, o antigo presidente da Sonangol e atual vice-presidente de Angola, Manuel Vicente.

A uma semana de fazer um ano sobre a detenção de um procurador do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) que teve a seu cargo alguns inquéritos-crime relacionados com a prevenção de branqueamento de capitais envolvendo nomes da elite de Luanda, o próprio DCIAP concluiu que os indícios reunidos são suficientemente fortes para levar Manuel Vicente, o procurador Orlando Figueira e mais dois arguidos a julgamento, por corrupção qualificada e outros três crimes: branqueamento de capitais, falsificação de documento e violação do segredo de justiça.

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