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O que sabemos e não sabemos sobre o incêndio em Setúbal que afetou o Grande Porto (sim, o Grande Porto)

RUI MINDERICO/LUSA

Incêndio de terça-feira em armazém de enxofre que provocou ferimentos em 20 pessoas, em Setúbal, só ficou extinto esta quinta-feira e afetou a qualidade do ar em várias zonas do país, tendo efeitos que chegaram inclusivamente ao Grande Porto. O caso está a ser investigado pelo Ministério Público

Carla Tomás

Carla Tomás

Jornalista

Helena Bento

Jornalista

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

O incêndio que deflagrou na madrugada de terça-feira num armazém do recinto da Sapec encontra-se totalmente extinto desde as 9h desta quinta-feira, mas as suas causas continuam por apurar. O Ministério Público já abriu uma investigação ao incêndio e uma fonte da Polícia Judiciária de Setúbal revela ao Expresso que um grupo de inspectores que esteve no local a realizar uma inspeção ao armazém concluiu “que o incêndio não tem origem criminosa” - mas os ambientalistas criticam as autoridades (já lá vamos).

O incidente, que ocorreu nos armazéns de enxofre da empresa de produção de herbicidas, inseticidas e fungicidas, provocou ferimentos a 20 pessoas, 10 bombeiros e 10 civis, entre os quais quatro crianças (segundo números apresentados pela Direção-Geral da Saúde), devido à nuvem de dióxido de enxofre que se formou durante o incêndio e que acabou por passar por Alverca e chegar à área do Grande Porto.

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