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“Mesmo quando estamos a escolher para preencher critérios de paridade, estamos a escolher os melhores”

Ex-deputada do PSD Mónica Ferro defende a aprovação da proposta de lei do Governo que pretende criar paridade homens/mulheres nas empresas. “Sempre afirmei publicamente que não sentia o meu mérito em nada beliscado, por exemplo, quando estive deputada e o estive porque havia uma política de paridade que se traduzia num patamar mínimo de representação para cada um dos géneros”

Cem personalidades e 50 organizações subscreveram uma carta aberta a pedir ao Parlamento a aprovação de quotas de paridade nas empresas. Mónica Ferro, ex-deputada do PSD especialista em questões internacionais e professora universitária, é uma das caras de direita que se destaca. Feminista, defensora da igualdade, garante que a paridade é uma questão de Direitos Humanos - não é nem de esquerda nem de direita.

Porque assinou a carta aberta em defesa da aprovação de quotas de paridade?
Estas iniciativas que vêm da sociedade civil e que interpelam o Governo e os partidos políticos no sentido de promover iniciativas legislativas em relação à paridade são sempre de apoiar quando concordamos com o conteúdo. Temos a ideia do exercício da política muito confinada aos partidos e isto é uma manifestação de política de um grupo de cidadãos e de cidadãs que se junta em torno de uma causa. Isso colhe logo a minha simpatia. E acredito, profundamente, que a paridade é um objetivo, um valor, que quer do ponto de vista dos Direitos Humanos, quer do ponto de vista económico, tem de ser impulsionado. Ainda é preciso mais medidas, mais debate sobre estas matérias.

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