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Governo garante que mesmo os aviões maiores poderão aterrar no Montijo

OBRAS O Governo admite a posterior reabilitação da maior pista da atual base aérea do Montijo, onde vão poder aterrar os maiores aviões comerciais em situações de emergência

FOTO JOSÉ CARIA

O novo conceito do Aeroporto de Lisboa é diferente da versão inicial (Portela + 1), com uma pista no Aeroporto Humberto Delgado e outra no Montijo. O Governo admite que poderá ainda ser reabilitada a pista secundária do Montijo, mais comprida, viabilizando a aterragem dos aviões maiores

Na véspera da assinatura do Memorando de Entendimento entre o Governo e a ANA, concessionária dos aeroportos, gerida pelos franceses da Vinci Airports, que criará as condições para transformar a Base Aérea do Montijo em aeroporto civil, o presidente da TAP, Fernando Pinto, declarou esta terça-feira, à margem da I Conferência do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil, que o aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, está a atingir 99% da sua capacidade, sendo difícil crescer nestas condições.

Depois de chegar aos 22 milhões de passageiros/ano, o aeroporto de Lisboa precisa urgentemente de ter o apoio de uma pista complementar no Montijo, que, segundo garantiu ao Expresso o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas, será "especialmente vocacionado para a operação das designadas companhias low cost e para serviços de médio curso, tendo a pista principal condições para receber os aviões usados neste tipo de operações". A ideia nasceu do projeto Portela + 1, que procurava encontrar um aeroporto complementar para aumentar a capacidade da Portela, mas evoluiu para um conceito diferente, de uma área urbana alargada, servida por uma infraestrutura aeroportuária com duas pistas localizadas nas margens norte e sul do Tejo.

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