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Caso Vistos Gold: Quem falar será “devidamente compensado” (e os advogados dizem que isto não é o Brasil)

Ex-ministro Miguel Macedo sentou-se esta segunda-feira pela primeira vez no banco dos arguidos

Mário Cruz/ Lusa

A primeira sessão de julgamento dos casos 'Vistos Gold' ficou marcada por uma polémica afirmação do Procurador. José Niza lembrou aos arguidos que aquele que vier “a colaborar terá de ser devidamente compensado com o direito premial.”

Começou esta segunda-feira o julgamento do caso dos Vistos Gold em que o ex-ministro do PSD é acusado de ter ordenado ao diretor do SEF que apresentasse uma proposta para nomeação de um Oficial de Ligação de Imigração para Pequim, de forma a satisfazer com outros arguidos interesses privados e lucrativos. No banco dos arguidos a Miguel Macedo juntam-se mais 17, como António Figueiredo, ex- Presidente do Instituto de Registos e Notariado; Jarmela Palos ex-diretor do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (o primeiro chefe de uma polícia a ser preso e acusado em Portugal); uma das principais funcionárias do Ministério da Justiça, Maria Antónia Anes e Paulo Lallanda e Castro, da Octapharma, e também suspeito na Operação Marquês.

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