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Construtora portuguesa vive pesadelo no Qatar

Segundo o Expresso apurou, a situação é caótica e dramática. A tensão laboral levou à intervenção policial numa das obras e a construtora deu instruções ao corpo técnico para abandonar bruscamente o país, temendo represálias das autoridades locais

A MSF Engenharia vive um pesadelo no Qatar, quatro anos depois da adjudicação da primeira obra de uma carteira de 900 milhões. A construtora, presidida por Carlos Pompeu Fortunato, reconhece adversidades e percalços em duas das empreitadas e conflitos com os donos de obra, mas nega que esteja de saída do mercado.

“Não abandonamos o país, tentamos encontrar soluções para as dificuldades que enfrentamos e que não são da responsabilidade dos consórcios em que a MSF participa”, reage a a empresa ao Expresso.

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