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Pseudo-referendo pode custar uma carreira política?

RÉU Artur Mas chega ao tribunal com a mulher, Helena Rakosnik

MARTA PEREZ/epa

O antigo presidente catalão e duas colaboradoras são acusados de desobediência ao Tribunal Constitucional espanhol. Ignoraram a proibição deste último e realizaram um referendo ilegal à independência em 2014, diz a acusação, que pede até dez anos de incapacitação política

A Procuradoria espanhola reafirmou, hoje, o pedido de inabilitação política para os três ex-membros do governo regional catalão que estão a ser julgados pela organização do pseudo-referendo à independência de 9 de novembro de 2014. Segundo o Ministério Público, o ex-presidente Artur Mas, a ex-vice-presidente Joana Ortega e a ex-secretária regional da Educação, Irene Rigau, desobedeceram ao Tribunal Constitucional, que proibira aquela consulta.

O governo regional assumiu-se a favor do “sim” na votação ilegalizada, a que chamou “processo participativo”, para evitar problemas judiciais. Havia duas perguntas: “Quer que a Catalunha seja um Estado?” e, se sim, “Quer que esse Estado seja independente?”. Não houve recenseamento nem foram usados, por precaução, cadernos eleitorais. Segundo valores oficiais, votaram 2,3 milhões de pessoas. Destas, 80,76% defenderam que a Catalunha deve tornar-se um Estado independente.

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