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Provedor admite situações em que os serviços públicos recorrem ao trabalho temporário para “se protegerem”

TRABALHO. O deputado socialista Vitalino Canas é, desde 2007, provedor do trabalhador temporário

TIAGO MIRANDA

Vitalino Canas, deputado socialista e provedor do trabalhador temporário, admite não saber quantas pessoas trabalham para o Estado através de empresas de trabalho temporário, um dado que não consta no relatório do Governo sobre precariedade. O provedor acredita que essas situações “não são muito extensas”

Desde 2007, o deputado socialista Vitalino Canas é provedor da Ética Empresarial e do Trabalhor Temporário, um cargo designado pela Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado do Emprego (APESPE). Em entrevista ao Expresso, o provedor considera ser “inevitável” que existam trabalhadores com vínculos de natureza temporária nos serviços públicos, dando como exemplo as necessidades de médicos em situações de pico ou de formadores para ações de formação.

Após a publicação do relatório do Governo sobre precariedade no Estado, que contabiliza 116 mil trabalhadores precários, o Bloco de Esquerda criticou a ausência de números sobre as pessoas que trabalham para o Estado através de empresas de trabalho temporário. Vitalino Canas recusa qualquer influência no relatório e admite não existirem números “consolidados” sobre quantas pessoas trabalham para o Estado através destas empresas.

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