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“É tempo de acabar com as listas de 1900 doentes por médico de família”

Eleito bastonário da Ordem dos Médicos no dia 19 janeiro, Miguel Guimarães toma posse ao final do dia desta quarta-feira na Academia de Ciências de Lisboa. Na presença do Presidente da República e do ministro da Saúde, vai reafirmar o compromisso de “respeitar e valorizar os médicos”. Ao Expresso, revelou as três mudanças que vai começar já a fazer e as duas discussões em que quer participar. E, sobre a eutanásia, defende um referendo

MANDATO. Miguel Guimarães, 55 anos, é urologista da equipa de transplantação do Hospital de São João, no Porto, e vai liderar a Ordem dos Médicos nos próximos três anos

MANDATO. Miguel Guimarães, 55 anos, é urologista da equipa de transplantação do Hospital de São João, no Porto, e vai liderar a Ordem dos Médicos nos próximos três anos

d.r.

O novo bastonário sucede no cargo a um dos líderes médicos mais críticos e interventivo, José Manuel Silva. Miguel Guimarães garante que está pronto para os “grandes desafios” que vê no horizonte. Consultas sem ‘despachar’, uma Ordem célere a responder aos cidadãos e um retrato real sobre a falta de médicos são passos para dar de imediato. Sobre os temas do momento, a gestão privada de unidades públicas e a eutanásia, diz ser necessária informação completa e uma discussão mais coerente.

Foi eleito com 74% dos votos, dispensando a segunda volta. O que fez a diferença?
Durante o tempo em que estive na Ordem dos Médicos (OM) — presidiu ao Conselho Regional do Norte nos últimos seis anos — fiz um trabalho credível e na candidatura apresentei uma proposta concreta. E naquilo que é a capacidade de liderança, sou uma pessoa conhecida entre os médicos.

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