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Centeno contraria versão de Domingues: “Reitera-se todas as declarações públicas”

marcos borga

Tensão entre ex-presidente da CGD e ministro das Finanças sobe de tom. Carta de Domingues fala em acordo para desobrigar gestores a declararem património. Ao Expresso, Centeno continua a negar a existência desse compromisso

Helena Pereira

Helena Pereira

Editora de Política

Mário Centeno contraria a versão do acordo que o ex-presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD) António Domingues diz ter assumido com o Ministério das Finanças em carta de 15 de novembro, noticiada esta quarta-feira pelo jornal “Eco”. Em declarações ao Expresso, o Ministério das Finanças declara que “reitera-se todas as declarações públicas que o ministro das Finanças fez sobre esta matéria”. Centeno continua a sustentar, assim, que não fez qualquer acordo com o ex-presidente da CGD que o isentasse de apresentar declarações de rendimentos e património ao Tribunal Constitucional.

A 18 de novembro, quando questionado sobre a existência desse acordo que estaria registado em documentos escritos, o governante declarara que “o único compromisso” do Governo em relação à Caixa Geral de Depósitos em Portugal “é o de que se manterá um banco público, capitalizado de maneira a poder desempenhar o papel que tem de desempenhar no sistema financeiro e na economia portuguesa e um banco que seja competitivo”. “Esse é o compromisso, foi assumido de forma muito explícita interna e externamente. É esse o único compromisso que temos neste momento assumido em relação à Caixa Geral de Depósitos”, disse Mário Centeno.

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