Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

À mesa, de braço dado e de braços abertos

APRESENTAÇÃO. O “chef” Nizar explica ao Presidente Marcelo alguns dos segredos da gastronomia do Médio Oriente

luís barra

Cinco refugiados do Médio Oriente, acolhidos em Lisboa, confecionaram esta quarta-feira o almoço de Marcelo Rebelo de Sousa. O Presidente da República quis mostrar o seu apoio a uma experiência comunitária e de interculturalidade e ao mesmo tempo vincar as diferenças de Portugal com ventos que sopram no mundo

Paulo Paixão

Paulo Paixão

texto

Jornalista

Luís Barra

Luís Barra

reportagem

Fotojornalista

— Onde está o nosso pároco?, questionou Marcelo.

— Está aqui, senhor!, responde alguém à pergunta presidencial.

No apinhado espaço da Cozinha Popular da Mouraria, em Lisboa, só a custo o padre Edgar se abeirou do chefe de Estado. Este, de faca na mão, não sem alguma dificuldade, cortou uma pequena fatia de pão da Eritreia e serviu o sacerdote.

Luis Barra

Antes, já Marcelo provara o que o chefe Nizar Alamadani, um sírio de 59 anos, lhe servira numa travessa. “É muito consistente. Não chega a ser um folar”, disse o Presidente. Foi assim pelo pão da Eritreia que cinco refugiados do Médio Oriente iniciaram esta quarta-feira a degustação de Marcelo na gastronomia dos respetivos países.

A iniciativa deve-se à Associação Crescer, que através do projeto “É uma vida” chamou a si a tarefa de acolher os refugiados que a Câmara de Lisboa decide receber.

Ao chegar à Cozinha Popular, nas declarações aos jornalistas, logo Marcelo deu o aperitivo da sua presença. Sem mencionar latitudes ou protagonistas (USA e Trump), o Presidente da República destacou o “significado especial” de se sentar à mesa com cinco refugiados.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)