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Elétricas obrigadas a investir €800 milhões para evitar apagões em Portugal

Sines Central a carvão da EDP pode operar até 2025, mas o seu futuro ainda é incerto

luís barra

Alerta. Relatório da Direção-Geral de Energia avisa que o sistema elétrico nacional enfrenta riscos a partir de 2025. Novo investimento em grandes centrais só deverá avançar com subsídios que serão suportados pelos consumidores

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

Testes de stress. Durante os últimos anos, essa foi uma realidade que marcou a vida dos bancos e que balizou a gestão das maiores instituições financeiras nacionais. Mas os testes de stress são igualmente relevantes noutras atividades. Como a produção de eletricidade. O mais recente relatório da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) alerta que, num cenário-limite, Portugal enfrenta riscos de segurança de abastecimento de eletricidade, caso novos investimentos em grandes centrais elétricas não sejam feitos nos próximos anos.

O “Relatório de monitorização da segurança de abastecimento do sistema elétrico nacional” para o período 2017-2030, que foi homologado em janeiro pelo secretário de Estado da Energia, Jorge Seguro Sanches, e agora publicado pela DGEG, assume que até 2024 o sistema elétrico “mostra-se capaz de dar resposta à evolução expectável dos consumos de eletricidade, assegurando níveis adequados de segurança de abastecimento”.

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