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Barreiro faz revolução e dá gás aos autocarros

FIM DE LINHA Os autocarros a gasóleo têm os dias contados no Barreiro

ana baião

Na outrora grande cidade industrial da margem sul, o serviço de transporte público é assegurado pelo município — mas é uma situação distinta da existente em Lisboa com a Carris, ressalva o PCP, que governa a Câmara. No Barreiro, no próximo ano, a autarquia fará uma verdadeira reforma estrutural: a frota, de 60 autocarros novos, será toda movida a gás natural

Paulo Paixão

Paulo Paixão

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Jornalista

O concelho do Barreiro, onde o serviço de transporte público é assegurado pela empresa TCB (Transportes Coletivos do Barreiro), está em vias de assistir a uma pequena revolução. A frota dos TCB, com 75 autocarros a gasóleo (mas dos quais só cerca de 50 circulam), com uma idade média de 20 anos, será substituída no próximo ano por 60 viaturas novas, todas movidas a gás natural comprimido (GNC).

Esta é a etapa mais significativa no futuro próximo da empresa, que já tem 60 anos. O caso dos TCB veio à baila há uma semana, quando houve umas chispas entre comunistas e socialistas, na sequência da apreciação parlamentar ao processo de municipalização da Carris, pedida pelo PCP.

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