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O estranho negócio das agências de rating

As avaliações incorretas das grandes agências de rating foram determinantes para a crise financeira de 2007. Hoje são mais verdadeiras e credíveis? Há quem diga que não. E que os ratings atribuídos a Portugal deviam ser diferentes

Quer vender uma maçã. Paga a uma empresa para dizer se a sua maçã tem qualidade ou não. Depois, o potencial cliente olha para a maçã e para a opinião emitida pela empresa, que diz que a maçã é excelente. O que pode correr mal? O cliente compra a maçã. Abre a maçã. E está podre.

A empresa que emitiu a opinião diz que era apenas “a sua opinião”. O vendedor diz que a maçã era boa, como comprovado pela opinião da empresa. O problema deve estar no cliente, então.

As avaliações erradas e distantes da realidade por parte das grandes agências de rating foram decisivas para acontecer a crise financeira de 2007-08. Mas será que hoje estão melhores?

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