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Ministro do Ambiente acha “normal” procurar petróleo a 45 km da costa

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS. Matos Fernandes nega que esta autorização colida com os compromissos nacionais de descarbonização

TIAGO MIRANDA

João Matos Fernandes não vê qualquer problema na renovação do contrato com a ENI/Galp para avançarem quando quiserem, até 2019, com um furo para pesquisar petróleo no fundo do mar ao largo da Costa Vicentina. Assume-o em entrevista ao Expresso, que será publicada este sábado e que antecipamos parcialmente nesta edição do Expresso Diário

Carla Tomás

Carla Tomás

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Jornalista

Tiago Miranda

Tiago Miranda

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Fotojornalista

Acho normal que um país procure saber os recursos que tem e não encontro nada de estranho na existência deste furo de pesquisa a 45 quilómetros da costa”, assim responde o ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, questionado pelo Expresso sobre o que pensa da prospeção de petróleo ao largo da Costa Vicentina.

Este foi um dos temas abordado na entrevista que será publicada na edição deste sábado do Expresso e na qual fala também da central nuclear de Almaraz, do novo modelo de gestão dos parques naturais, das alterações à Reserva Agrícola Nacional, da reforma no sector das águas e de Trump.

A autorização assinada pelo ex-diretor-geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM) a 11 de janeiro de 2017 (dias antes de Miguel Sequeira deixar o cargo) permite ao consórcio ENI/ GALP realizar o furo “Santola1X” para procurar hidrocarbonetos até três mil metros de profundidade no mar, a 45 quilómetros da costa de Aljezur.

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