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“Um reencontro incrível” com Almada

HERANÇA. Catarina e Rita, arquitetas, netas de José de Almada Negreiros

nuno botelho

Depois de mais de duas décadas longe do público, a obra visual de José de Almada Negreiros é exposta na Fundação Gulbenkian. São mais de 400 peças, que percorrem os 50 anos de trabalho da figura de proa do modernismo português. Pelo olhar das netas, Rita e Catarina de Almada Negreiros, visitámos “José de Almada Negreiros: Uma maneira de ser moderno”, e propomos uma viagem pela Lisboa do artista. O(s) mundo(s) de Almada são o tema de capa da revista E deste sábado

“Conhecemos a obra do nosso avô desde que nos conhecemos. Não houve um momento de descoberta, o Almada sempre nos rodeou. A obra escrita veio mais tarde, quando aprendemos a ler e a entender o que escreveu e que não é possível ser compreendido por uma criança. Mas a parte plástica, que entra pelos olhos dentro, esteve lá sempre. Quando éramos crianças fazíamos cópias dos desenhos, que se gravaram no nosso inconsciente.

Ontem, antes da inauguração, visitámos a exposição. Sabíamos que algumas peças inéditas iriam ser apresentadas, que haveria outras que ainda não conhecíamos, mas não tínhamos ideia de como seriam expostas.

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