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Europa é o segundo continente com mais facilitadores de evasão fiscal

MOSSAK FONSECA. A firma de advogados no epicentro dos Panama Papers

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Estudo recomenda que os governos reforcem a legislação e supervisão das empresas de advogados, auditores e consultores que fazem a ponte entre os clientes ricos e os offshores

O Reino Unido surge no top 10 dos países que servem de base aos facilitadores de negócios apontados como promotores da evasão fiscal. À frente dos britânicos só Hong Kong e logo atrás vêm Estados Unidos, Taiwan, Suíça, Singapura e Bahamas.

Um estudo patrocinado pelo Grupo dos Verdes no Parlamento Europeu foi à base de dados pública do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (do qual o Expresso faz parte e que esteve na base dos Panama Papers) e tentou perceber quem são e onde estão localizados os intermediários que fazem a ponte entre clientes ricos e os serviços prestados por empresas - como a Mossack Fonseca - que criam e gerem companhias offshore.

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  • A aranha dentro da teia. Por Pedro Santos Guerreiro

    O que são os Panama Papers? A que ritmo vai ser divulgada a investigação? Por que motivo é que os artigos saem a conta-gotas? Afinal, o que é que acaba de acontecer ao mundo? O Expresso também contribui com a sua própria investigação, pelas ramificações que relacionam Portugal. Temos nomes de pessoas portuguesas envolvidas em casos suspeitos, que estamos a analisar e investigar e que a seu tempo serão revelados. Não se trata de gerir informação, mas de poder confirmá-la, estudá-la, aprofundá-la, discernir entre o que é lícito e o que é duvidoso. No próximo sábado, no semanário, poderá ler os primeiros resultados desta nossa investigação

  • “Há portugueses nos Panama Papers”

    A publicação dos ficheiros do Panamá revela mecanismos globais criminosos nas cúpulas de poder financeiro, político e empresarial. Lavagem de dinheiro, corrupção e financiamento de atividades criminosas mostram comportamentos que põem em causa a forma como as sociedades se organizam, e merecem atitudes de investigação, diz Pedro Santos Guerreiro na SIC Notícias, que responde que há casos portugueses que estão a ser investigados no Expresso e que a seu tempo serão noticiados

  • Uma introdução à maior fuga de informação de sempre

    Mais de 300 jornalistas examinaram meticulosamente milhões de dados pertencentes à sociedade de advogados Mossack Fonseca para expor uma lista alarmante de clientes envolvidos em subornos, tráfico de armas, evasão fiscal, fraude financeira e tráfico de droga. Trata-se da maior fuga de informação da história - os Panama Papers, que mostram como uma indústria global de sociedades de advogados, empresas fiduciárias e grandes bancos vendem o segredo financeiro a políticos, burlões e traficantes de droga, bem como a multimilionários, celebridades e estrelas do desporto. A investigação é do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, de que o Expresso é parceiro