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Eutanásia: Em nome do direito à livre escolha

paulo vaz henriques

No dia em que os deputados se reuniram na Assembleia da República para discutir a petição ‘para despenalização da morte assistida’, o Expresso publica a opinião dos movimentos de cidadãos pró e contra a eutanásia. Porque a eutanásia pode ir muito para além da discussão política. É uma questão fraturante de toda a sociedade. O movimento cívico ‘Direito a morrer com dignidade’ defende “o respeito pelo princípio da autodeterminação de quem não tem uma alternativa válida ao seu sofrimento”

JORGE ESPÍRITO SANTO, MOVIMENTO ‘DIREITO A MORRER COM DIGNIDADE’

Há cerca de um ano, com a publicação da Petição ‘Direito a morrer com dignidade’, foi aberto o debate sobre a nossa capacidade de poder escolher como queremos morrer.

O que está em discussão é uma questão de princípio.

Numa situação de sofrimento insuportável, causado por uma doença incurável e causadora de incapacidade ou dependência absoluta e não aliviado para níveis toleráveis ou aceites pelo doente, devemos impor ao seu portador as nossas convicções ou garantir a sua liberdade de escolha?

O Movimento Cívico pela despenalização da morte assistida escolheu a segunda opção e, nesse sentido, apresentou uma Petição Pública em defesa justamente da livre expressão dos direitos individuais de quem sofre e da sua capacidade de fazer escolhas.

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    No dia em que os deputados se reuniram na Assembleia da República para discutir a petição ‘para despenalização da morte assistida’, o Expresso publica a opinião de movimentos de cidadãos pró e contra a eutanásia. Porque a eutanásia pode ir muito para além da discussão política. É uma questão fraturante de toda a sociedade. Para o movimento cívico 'STOP eutanásia', “o direito a morrer com dignidade está já reconhecido em Portugal por via não só da protecção da vida e da saúde na Lei Fundamental, como também pela criminalização de qualquer tipo de homicídio e de ajuda ao suicídio no Código Penal”