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35 horas mexeram com turnos de 70.933 funcionários mas Governo diz que despesa não aumentou

SAÚDE. Foi o sector onde se registou um maior impacto com o regresso às 35 horas de trabalho

JOSÉ CARLOS CARVALHO

Ao fim de quatro meses e meio, Governo respondeu ao pedido do PSD sobre o impacto do regresso às 35 horas na Função Pública

O Governo reconhece que o regresso à jornada semanal de 35 horas constituiu um problema para os sectores da Função Pública que mais trabalham por turnos. Contudo, tal não se traduziu no aumento de despesa. Mesmo na Saúde, o acréscimo de custos com o pessoal, na ordem dos 19 milhões de euros, foi acomodado pelo Orçamento do Estado para 2016.

“As maiores pressões resultam em serviços em que o trabalho por turnos é relevante. Os custos estão, assim, concentrados na área da saúde, que prevê um acréscimo de 19 milhões de euros com a medida”, lê-se no relatório que o Ministério das Finanças enviou esta quarta-feira à Assembleia da República sobre as alterações ao horário de trabalho da Administração Pública – e que tinha passado para as 40 horas em 2013 e que, em Julho de 2016, foi novamente reduzido para 35 horas.

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