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“O MPLA é partido e é Estado, confundem-se um com o outro”

josé caria

De regresso dos Estados Unidos, Abel Chivukuvuku visitou Lisboa para promover a realização de eleições “livres, justas e transparentes” em Angola já este ano. O objetivo, disse, é que o resultado eleitoral “reflita a vontade do cidadão angolano”. Há desafios, mas há sobretudo oportunidades

Cristina Peres

Cristina Peres

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Jornalista de Internacional

José Caria

José Caria

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Fotojornalista

De regresso dos Estados Unidos, país ao qual se deslocou a convite de organizações republicanas para a tomada de posse de Donald Trump, Abel Chivukuvuku passou por Lisboa, onde falou ao Expresso sobre o “ano especial e extraordinário” que 2017 vai ser para Angola. As eleições gerais de agosto representam uma oportunidade para o partido que lidera, a CASA-CE (Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral), a segunda maior formação política da oposição que se estreou nos escrutínios de 2012. O líder da CASA considera-a “a terceira alternativa” para os angolanos que querem um futuro diferente.

O entusiasmo pela mudança leva este natural do Huambo, nascido em 1957, e formado na Alemanha, Reino Unido e África do Sul a apostar nas propostas da nova administração norte-americana. Confrontado com o entusiasmo de Donald Trump pela “eficácia da tortura” reconhece o perigo e recua. Durante a entrevista insistiu na necessidade de os cidadãos angolanos serem “efetivamente livres e senhores dos seus destinos”.

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