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Pequenos filmes entre amigos

A PIOR RETRETE DA ESCÓCIA. Ewan McGregor no papel de Mark “Rent Boy” Renton

No Arquivo Expresso desta semana recordamos “Trainspotting”, o filme sensação da produção britânica de 1996. Na edição de 1 de novembro desse ano o Cartaz fez capa com o filme, e publicou uma entrevista ao argumentista John Hodge, ao produtor Andrew MacDonald e ao realizador Danny Boyle. Neste dossier seguem-se a críticas ao filme por Manuel Cintra Ferreira e a crítica à banda sonora por João Lisboa. A sequela “Trainspotting 2”, com os mesmos atores, estreia-se em Portugal dia 23 de fevereiro

ENTREVISTA JOÃO LOPES

Danny Boyle, realizador. Andrew MacDonald, produtor. John Hodge, argumentista. Provavelmente, os nomes não arrastam memórias muito precisas. Mas a publicidade britânica não se enganou quando lançou o seu filme “Trainspotting” com a legenda: “Pela equipa de `Pequenos Crimes entre Amigos'”. De facto, Boyle/ MacDonald/Hodge criaram uma espécie de paisagem autónoma no interior do moderno cinema britânico: com “Pequenos Crimes entre Amigos” (“Shallow Grave”, no original) celebraram a possibilidade de um cinema artificioso, perverso e festivo, embora integrando algumas marcas da tradição realista.

“Trainspotting”, adaptado do romance homónimo de Irvine Welsh, prolonga a mesma lógica, agora abordando um grupo de personagens de drogados em heroína. Como filmar a vida e a morte? Como lidar com semelhante desafio dramático? Como assumi-lo em todas as suas consequências sem cair no maniqueísmo sociológico ou na simplificação psicológica? E, sobretudo, como fazê-lo sem perder o controlo dos meios de produção? Respostas seguras, a três vozes.

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