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Menos €100 de PEC é melhor para os cofres do Estado que corte da TSU

GOVERNO António Costa e Vieira da Silva lideraram a negociação do acordo de concertação social

Redução do pagamento especial por conta terá um mero efeito de tesouraria para as empresas: adiantam menos IRC ao Estado para pagarem mais no fecho de contas. Mas haverá impacto nas contas públicas. Nos anos seguintes, os efeitos diluem-se

Face à proposta de descida da TSU, que acabou chumbada no Parlamento, a descida no pagamento especial por conta é vantajosa para o Estado.

De acordo com as contas do Expresso, a Segurança Social pode vir a encaixar um adicional de 63 milhões de euros com a subida do salário mínimo (salários mais altos descontam mais para a Previdência) e manutenção da TSU.

Já a descida do PEC terá um mero efeito financeiro para a maioria das empresas, pois numa lógica plurianual é-lhes indiferente se pagam menos agora e depois fazem um maior acerto de contas com o fisco. É que o PEC é descontado na fatura do IRC.

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