Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Quando a TSU nasce é para todos

Parlamento. Esquerda e direita aproveitaram o “chumbo” da TSU para trazer a guerra política ao rubro. No Parlamento falou-se de “piruetas”, “golpes de teatro”, “mentiras” e “oportunismo”. Nunca a divisão entre as bancadas da direita e da esquerda foi tão evidente. Plenário aqueceu, mas nem assim o Governo revelou o que vai fazer a seguir

A baixa da TSU em 1,25 pontos para as entidades patronais caiu esta quarta-feira no Parlamento. Mas nas quase três horas de debate que antecederam a votação da “cessação da vigência” do decreto-lei, pouco se falou em detalhes. O debate foi de pura política. A guerra entre esquerda e direita foi direta e, no final, ficou por saber o que vai o Governo fazer para salvar o acordo de concertação social. Costa já chamou entretanto os parceiros sociais para uma reunião em São Bento.

Bloco de Esquerda e PCP arrancaram os trabalhos parlamentares com declarações perentórias: o diploma do governo que baixa a TSU dos patrões “é errado” . Mais ainda, as alterações a matérias laborais não são da competência dos parceiros sociais, mas “do Governo e do Parlamento”, disse Rita Rato, do PCP. Logo, são os deputados a desfazer o que a Concertação tinha decidido a 22 de dezembro, mas o foco nem estava ali. “A única novidade foi mesmo a pirueta do PSD”, disse José Gusmão, do Bloco de Esquerda.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)