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TSU: ou vai ou baixa

CONCERTAÇÃO. Governo quer manter acordo com patrões e UGT

Luís Barra

Governo diz que não tem plano B, mas vai ter de o encontrar. Na véspera dos chumbo parlamentar da baixa da TSU dos patrões, os parceiros sociais e políticos já fixam balizas a António Costa

Há leis longas e outras breves. A baixa de 1,25 pontos da TSU dos empregadores vai ter exatamente uma semana de duração. E apenas nas páginas do Diário da República. Não entrará sequer em vigor, dia 1, porque amanhã, no Parlamento, cairá pelos votos das bancadas do PCP, Bloco de Esquerda, Verdes e PSD. Resta agora ao Governo encontrar uma alternativa para apresentar aos parceiros sociais que assinaram o último acordo de Concertação. Uma coisa é certa: vai custar 40 milhões de euros.

Tanto António Costa como o ministro da Segurança Social sempre vieram a público garantir que não havia um plano B para esta medida, que visa compensar os patrões pelo aumento do salário mínimo para os 557 euros e que se tornou efetivo a partir de dia 1 de janeiro. E, mesmo na semana passada, quando o chumbo estava à vista, a ministra da Presidência, Maria Manuel Leitão Marques garantia que “não foi objeto de discussão neste Conselho de Ministros o problema de alternativa" à baixa da TSU.

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