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Portugueses no estrangeiro defendem voto eletrónico

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Chegou esta segunda-feira à Assembleia da República a petição “Também somos portugueses”, que defende o recenseamento automático e o voto dos residentes no estrangeiro através da internet. A petição conta com mais de 4.600 assinaturas

Ao fazerem campanhas pelo recenseamento de portugueses no estrangeiro — a propósito das últimas eleições para a Assembleia da República (AR), Presidência da República e Conselho das Comunidades Portuguesas —, vários cidadãos portugueses identificaram um conjunto de problemas que os residentes no estrangeiro enfrentam na hora de votar. Paulo Costa, dirigente do grupo Migrantes Unidos, a residir em Londres, foi um deles.

Foi por isso que decidiu há cerca de um ano, juntamente com outros emigrantes portugueses, recolher assinaturas no sentido de pressionar a revisão das leis eleitorais para os residentes no estrangeiro. A petição “Também somos portugueses”, entregue esta segunda-feira na Presidência da AR com mais de 4.600 assinaturas, quer simplificar o recenseamento e voto dos portugueses no estrangeiro: defende, entre outros, o recenseamento eleitoral automático (na sequência da alteração da morada no cartão de cidadão, o recenseamento via postal e internet e a introdução do voto eletrónico (pela internet) para os residentes no estrangeiro.

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