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Administração Trump, semana 1. Factos alternativos e caça aberta ao Presidente

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Os primeiros dias da era Trump ficaram marcados por mentiras facilmente desmontáveis, o início do fim das políticas progressistas de Barack Obama e uma série de pequenos momentos que deram laivos de distopia à nova realidade norte-americana. Ao terceiro dia, a WikiLeaks abriu uma guerra contra o Presidente Trump: “A conselheira de Trump Kellyanne Conway disse que Trump não vai divulgar a sua declaração de rendimentos. Enviem-na para wikileaks.org/#submit para que nós possamos fazê-lo”. Ao quarto, esta segunda-feira, foi o Hamas que ameaçou declarar guerra ao grande aliado de Israel

A administração de Donald Trump arrancou há quatro dias com a “equipa de segurança nacional desaparecida em combate”. Segundo a Foreign Policy, o novo Presidente chegou à Casa Branca na sexta-feira com quase todos os cargos de segurança doméstica e diplomáticos por atribuir. À revista, um funcionário do governo federal disse que “nunca viu nada assim”. Um pouco a sensação que inúmeras pessoas dentro e fora dos Estados Unidos têm manifestado, nas ruas e nas redes sociais, desde que o empresário tomou posse como 45.º Presidente dos Estados Unidos.

Pode dizer-se que tudo começou com o discurso, aquele que supostamente teria escrito mas que afinal, reconheceu a sua equipa, é da autoria de dois dos seus conselheiros, o líder da autoproclamada “direita alternativa” Steve Bannon, estratega-chefe da nova Casa Branca, e Stephen Miller, o homem que escreveu os discursos de Trump ao longo da campanha eleitoral e que continua à espera de conhecer o seu futuro cargo no governo.

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