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ASAE abriu 20 processos-crime contra talhos

ALERTA. Deco Proteste apelou aos consumidores para que não comprem hambúrgueres já picados nos talhos, onde foram encontradas bactérias nocivas e aditivos alergénicos usados para fingir que a carne é fresca

MÁRIO JOÃO

Durante 2016, a ASAE fiscalizou mais de 600 talhos. Esta segunda-feira, a Deco anunciou ter feito um estudo a 25 destes estabelecimentos, tendo encontrado bactérias como a salmonella e a E Coli, de origem fecal. Comerciantes criticam dados da associação de defesa do consumidor. Ministério da Agricultura emitiu comunicado e considera o estudo da Deco uma "pequena amostragem"

Hugo Franco

Hugo Franco

com Lusa

Jornalista

A Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE) fiscalizou 610 estabelecimentos de comércio a retalho de carne durante o último ano. Do total, 20 foram alvo de processos-crime, por “incumprimentos relativos à utilização indevida da Denominação de Origem Protegida, abate clandestino e produtos avariados”.

Segundo a ASAE, houve ainda 134 talhos alvo de processos de contraordenação, destacando-se como principais infrações “a distribuição, preparação e venda de carnes e seus produtos com desrespeito das normas higiénicas e técnicas aplicáveis; o incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene” e “a falta ou inexatidão de rotulagem e a deficiência das indicações na rotulagem da carne de bovino.”

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