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Voltar ao PSD? “Evidentemente que não”, diz Capucho

foto rui ochôa

António Capucho volta a ser candidato à presidência da Assembleia Municipal de Sintra, no movimento independente de Marco Almeida, que, ao contrário do que aconteceu há quatro anos, conta desta vez com o apoio do PSD. “Foi uma decisão inteligente do partido”, afirma, afastando a possibilidade de voltar a filiar-se “com esta direção”

Helena Pereira

Helena Pereira

Editora de Política

Há quatro anos, nas autárquicas de 2013, António Capucho juntou-se ao movimento independente de Marco Almeida, como candidato à presidência da Assembleia Municipal de Sintra. A candidatura não contou com o apoio do PSD e isso valeu a Capucho a expulsão do partido no ano seguinte. Nas próximas autárquicas, no início do outono, o ex-autarca volta a candidatar-se no movimento de Marco Almeida, que, desta vez, já conta com o apoio dos sociais-democratas. Capucho, porém, afasta um regresso ao partido. “Sinto-me bem como independente”, diz ao Expresso.

“O PSD não me apoia a mim, mas a Marco Almeida, porque a comissão política homologa a lista à Câmara Municipal, e não à Assembleia Municipal”, afirma António Capucho. “Mas foi uma decisão inteligente do partido a de recuperar independentes que foram rejeitados sem justificação plausível no passado”, acrescenta. “Dá-me uma certa satisfação o reconhecimento do erro”.

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