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Morte de juiz vai prejudicar o maior caso de corrupção do Brasil

Zavascki. “Sem Teori, não haveria Lava Jato”, declarou o juiz Sérgio Moro, responsável pela investigação em primeira instância, que sustenta as acusações contra os réus

Acidente de aviação que vitimou Teori Zavascki sob investigação. Nomeação do sucessor levanta polémica, se a escolha depender do Presidente Temer: Lava Jato investiga o atual Presidente da República, dois ex-presidentes, ministros e ex-ministros de Estado, presidentes do Senado e da Câmara, além de dezenas de senadores e deputados

Com a morte do ministro Teori Zavascki num acidente de avião esta quinta-feira, o Supremo Tribunal Federal terá de definir o futuro da Operação Lava Jato, a maior investigação contra a corrupção da história brasileira. Como relator da Lava Jato, Zavascki autorizava e fiscalizava o andamento do processo contra autoridades com foro privilegiado (chamado de julgamento em instância especial), como o Presidente da República, ministros e parlamentares.

O acidente mortal aconteceu quando Zavascki estava em vésperas de homologar e tornar pública a maior delação premiada do processo, na qual 77 funcionários da construtora Odebrecht detalham a corrupção a duas centenas de políticos brasileiros.

O ritmo da investigação vai reduzir-se pelo menos nas próximas duas semanas, atrasando a validação e a divulgação integral do conteúdo das delações dos executivos da Odebrecht.

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